{"id":2324,"date":"2017-06-02T07:56:47","date_gmt":"2017-06-02T07:56:47","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ispblog.com.br\/?p=2324"},"modified":"2017-06-02T07:56:47","modified_gmt":"2017-06-02T07:56:47","slug":"taxa-de-erro-de-bits-ber","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ispmais.com.br\/blog\/?p=2324","title":{"rendered":"Taxa de Erro de Bits &#8211; BER"},"content":{"rendered":"<p>Dando continuidade ao artigo anterior, publicado no blog sobre os <a href=\"https:\/\/www.ispblog.com.br\/2017\/04\/28\/testes-de-desempenho-em-redes\/\">testes de desempenho em redes<\/a>, vamos falar sobre o teste da taxa de erro de bits &#8211; BER.<\/p>\n<p>Erros s\u00e3o inevit\u00e1veis numa transmiss\u00e3o de dados e bits errados surgem em sistemas de telecomunica\u00e7\u00f5es como resultado de efeitos distintos, imprevis\u00edveis e aleat\u00f3rios no tempo, tais como: ru\u00eddos causados por indu\u00e7\u00e3o eletromagn\u00e9tica, falhas de sincronismo entre o transmissor e o receptor, defeitos de componentes eletr\u00f4nicos, mudan\u00e7as de caracter\u00edsticas ou configura\u00e7\u00f5es do meio f\u00edsico, entre outros.<\/p>\n<p>Os sistemas de comunica\u00e7\u00e3o devem, portanto, possuir mecanismos capazes de monitorar e, posteriormente, controlar e corrigir os erros ocorridos. A Taxa de Erro de Bit (BER \u2013 <em>Bit Error Rate<\/em>), ou taxa de bits errados, \u00e9 um importante indicador de qualidade para um enlace de telecomunica\u00e7\u00f5es, usado para expressar a rela\u00e7\u00e3o entre o n\u00famero de bits recebidos com erro na recep\u00e7\u00e3o a partir do n\u00famero total de bits enviados na transmiss\u00e3o, durante um determinado intervalo de tempo:<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>BER = (n\u00famero de bits errados) \/ (n\u00famero de bits transmitidos)<\/strong><\/p>\n<p>A BER faz uma compara\u00e7\u00e3o dos bits transmitidos com os recebidos, computando o n\u00famero de erros e a taxa de erros dos mesmos. A medi\u00e7\u00e3o de bits errados na rede \u00e9 indispens\u00e1vel ao bom funcionamento dos links de dados e todos os padr\u00f5es de redes trazem especifica\u00e7\u00f5es da BER como uma forma de garantir que os sinais sejam recebidos com poucas distor\u00e7\u00f5es. No Brasil, a ANATEL especifica e homologa para cada tipo de sistema a taxa m\u00e1xima aceit\u00e1vel de bits errados, seguindo normas internacionais como, por exemplo, G.821, G.826 e M.2100, da ITU-T (<em>International Telecommunication Union &#8211; Telecommunications section<\/em>).<\/p>\n<p>Na pr\u00e1tica, o m\u00e9todo de medi\u00e7\u00e3o de bits errados \u00e9 baseado na utiliza\u00e7\u00e3o de um padr\u00e3o de teste gerado por um equipamento conhecido como <em>Bit Error Rate Tester<\/em> (BERT). Normalmente \u00e9 um equipamento port\u00e1til, tamb\u00e9m conhecido por muitos profissionais como <em>testset,<\/em> projetado especificamente para an\u00e1lise de desempenho e para a manuten\u00e7\u00e3o de redes digitais e que s\u00e3o projetados para transmitir e receber determinados padr\u00f5es de bits. Alguns modelos s\u00e3o providos de m\u00f3dulos distintos que os capacitam a realizar testes em circuitos onde trafegam diferentes tipos de protocolos, como Ethernet, por exemplo. \u00c9 poss\u00edvel realizar testes com o BERT continuamente, por um per\u00edodo de tempo pr\u00e9-definido ou estabelecendo um determinado tamanho de bloco de dados selecionado pelo operador do instrumento.<\/p>\n<p>Um BERT deve ser capaz de gerar um padr\u00e3o de testes fixo ou uma sequ\u00eancia bin\u00e1ria pseudoaleat\u00f3ria (PRBS \u2013 <em>Pseudo Randon Binary Sequence<\/em>) de \u20180\u2019s e \u20181\u2019s. O comprimento da sequ\u00eancia possui 2<sup>N-1 <\/sup>estados sem repeti\u00e7\u00e3o. Esse valor de N \u00e9 importante para a precis\u00e3o da medi\u00e7\u00e3o, uma vez que ele determina o comprimento m\u00e1ximo da sequ\u00eancia e sua repeti\u00e7\u00e3o. Os valores t\u00edpicos de N s\u00e3o 7, 10, 15, 20, 23 e 31. Os padr\u00f5es com comprimentos N=15 e N=23 foram adotados como pr\u00e1tica internacional e est\u00e3o presentes na maioria dos instrumentos de teste.<\/p>\n<p>Uma vez definido o padr\u00e3o de bits no equipamento transmissor, deve-se definir o mesmo padr\u00e3o no equipamento receptor. Dessa forma, o equipamento receptor aguarda a sequ\u00eancia de bits que deve chegar e faz a compara\u00e7\u00e3o, um a um, de cada bit recebido com o padr\u00e3o que \u00e9 esperado. Se na compara\u00e7\u00e3o os bits forem diferentes \u00e9 sinal que existe algum problema ao longo do percurso (link), o que ocasionou um \u201cerro de bit\u201d, sendo ent\u00e3o incrementado o contador de bits errados. Todos os padr\u00f5es de recep\u00e7\u00e3o trazem especifica\u00e7\u00f5es de BER como uma forma de garantir que os sinais sejam recebidos com poucas distor\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>BER \u00e9 uma medida do desempenho adimensional, que pode ser expressa como uma percentagem ou expressa como uma pot\u00eancia de 10; por exemplo, para a qualidade de transmiss\u00e3o em redes Ethernet a 10Mbps, \u00e9 esperado um valor inferior a um bit errado para um bilh\u00e3o de bits transmitidos, ou uma BER de 10<sup>-9<\/sup> e para as especifica\u00e7\u00f5es de redes em banda larga, espera-se erro m\u00e1ximo de um bit de erro em um trilh\u00e3o de bits transmitidos, ou seja, uma BER de 10<sup>-12<\/sup>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dando continuidade ao artigo anterior, publicado no blog sobre os testes de desempenho em redes, vamos falar sobre o teste da taxa de erro de bits &#8211; BER.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2327,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"image","meta":{"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":{"0":"post-2324","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-image","5":"has-post-thumbnail","7":"category-artigos","8":"post_format-post-format-image"},"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v25.7 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Taxa de Erro de Bits - BER - ISP Blog<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Dando continuidade ao artigo anterior, publicado no blog sobre os testes de desempenho em redes, vamos falar sobre o teste da taxa de erro de bits - BER.\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/ispmais.com.br\/blog\/?p=2324\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Taxa de Erro de Bits - BER - ISP Blog\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Dando continuidade ao artigo anterior, publicado no blog sobre os testes de desempenho em redes, vamos falar sobre o teste da taxa de erro de bits - BER.\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/ispmais.com.br\/blog\/?p=2324\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"ISP Blog\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2017-06-02T07:56:47+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/ispmais.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/taxa-erro-bits-ber.png\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"1000\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"665\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/png\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Fortram\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Fortram\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"4 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/ispmais.com.br\/blog\/?p=2324\",\"url\":\"https:\/\/ispmais.com.br\/blog\/?p=2324\",\"name\":\"Taxa de Erro de Bits - BER - ISP Blog\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/ispmais.com.br\/blog\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/ispmais.com.br\/blog\/?p=2324#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/ispmais.com.br\/blog\/?p=2324#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\/\/ispmais.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/taxa-erro-bits-ber.png\",\"datePublished\":\"2017-06-02T07:56:47+00:00\",\"author\":{\"@id\":\"https:\/\/ispmais.com.br\/blog\/#\/schema\/person\/2023c1dff35852622ecd24558fc9510d\"},\"description\":\"Dando continuidade ao artigo anterior, publicado no blog sobre os testes de desempenho em redes, vamos falar sobre o teste da taxa de erro de bits - BER.\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/ispmais.com.br\/blog\/?p=2324#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/ispmais.com.br\/blog\/?p=2324\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/ispmais.com.br\/blog\/?p=2324#primaryimage\",\"url\":\"https:\/\/ispmais.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/taxa-erro-bits-ber.png\",\"contentUrl\":\"https:\/\/ispmais.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/taxa-erro-bits-ber.png\",\"width\":1000,\"height\":665},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/ispmais.com.br\/blog\/?p=2324#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"Home\",\"item\":\"https:\/\/ispmais.com.br\/blog\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Taxa de Erro de Bits &#8211; 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