{"id":4580,"date":"2020-02-26T11:34:24","date_gmt":"2020-02-26T11:34:24","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ispblog.com.br\/?p=4580"},"modified":"2020-02-26T11:34:24","modified_gmt":"2020-02-26T11:34:24","slug":"como-sera-a-arquitetura-de-cabos-submarinos-de-proxima-geracao-em-2020","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ispmais.com.br\/blog\/?p=4580","title":{"rendered":"Como ser\u00e1 a arquitetura de cabos submarinos de pr\u00f3xima gera\u00e7\u00e3o em 2020?"},"content":{"rendered":"\n<p><em>A\ndemanda por capacidade de cabos submarinos est\u00e1 aumentando. Para o\nper\u00edodo de 2015-2019, a capacidade de projeto de fibra submarina nas\nprincipais rotas aumentou a uma taxa de crescimento anual composta\n(CAGR) de 32%, incluindo atualiza\u00e7\u00f5es e constru\u00e7\u00e3o de novos\nsistemas (fontes: Subtel Forum, Telegeography).<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Podemos\nconstruir cabos novos suficientemente r\u00e1pidos? Devemos tentar\nextrair mais capacidade dos cabos existentes? Se construirmos novos\ncabos, podemos aumentar a capacidade al\u00e9m do que \u00e9 poss\u00edvel hoje?<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Essas\ns\u00e3o quest\u00f5es s\u00e9rias, mas vamos come\u00e7ar com um exemplo de cabo\ntransatl\u00e2ntico que a maioria das pessoas concorda que representa\natualmente o estado da arte &#8211; o cabo MAREA, que a Telegeography\nrelata ser de propriedade conjunta da Telxius, Facebook e Microsoft.<\/p>\n\n\n\n<p>O\nMAREA \u00e9 altamente considerado, pois consiste em uma fibra \u00f3ptica\naltamente otimizada para uma transmiss\u00e3o coerente em alta ordem de\nmodula\u00e7\u00e3o. A modula\u00e7\u00e3o 16QAM (modula\u00e7\u00e3o de amplitude em\nquadratura) \u00e9 usada em, pelo menos, um\nde seus pares de fibras &#8211; primeiro para a transmiss\u00e3o transatl\u00e2ntica\nde categoria industrial. Al\u00e9m disso, os amplificadores \u00f3pticos do\nMAREA operam em n\u00edveis muito elevados de pot\u00eancia e est\u00e3o mais\npr\u00f3ximos do que o normal, a cerca de 55 quil\u00f4metros.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao\nusar transponders de desempenho extremamente alto, como o <a href=\"https:\/\/www.infinera.com\/innovation\/infinite-capacity-engine\">ICE4\nda Infinera<\/a>, a capacidade comercial em um \u00fanico par de fibras no\nMAREA \u00e9 de pelo menos 24 terabits por segundo (Tb\/s). Observe que\nat\u00e9 26,2 Tb\/s de capacidade foram alcan\u00e7ados nos testes do ICE4,\nmas os operadores decidir\u00e3o\nqual ser\u00e1 a margem de seguran\u00e7a do or\u00e7amento \u00f3ptico necess\u00e1rio.\nA grava\u00e7\u00e3o de um webinar do Facebook e da Infinera, explicando como\nessa capacidade de quebra de recordes foi alcan\u00e7ada, est\u00e1\ndispon\u00edvel <a href=\"https:\/\/www.lightreading.com\/webinar.asp?webinar_id=1302\">aqui<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>O\nMAREA foi implantado com oito pares de fibras e \u00e9 interessante\nobservar que cada um desses pares oferece tanta capacidade quanto\ntodos os cabos transatl\u00e2nticos operacionais em servi\u00e7o na \u00e9poca.\nMesmo assim, a demanda por capacidade submarina \u00e9 t\u00e3o grande que\nprecisamos planejar agora para atender \u00e0s necessidades do futuro\npr\u00f3ximo.<\/p>\n\n\n\n<p>Por\nque n\u00e3o simplesmente implantar mais pares de fibras neste cabo? A\nresposta \u00e9 que as correntes do amplificador nos cabos submarinos\ndevem ser alimentadas atrav\u00e9s do estabelecimento de tens\u00f5es enormes\nem cada extremidade do cabo &#8211; positivas em uma extremidade e\nnegativas na outra. Com base no n\u00edvel de pot\u00eancia usado nos\namplificadores do  MAREA e no fato de os amplificadores estarem t\u00e3o\npr\u00f3ximos uns dos outros, simplesmente n\u00e3o h\u00e1 uma maneira de obter\nenergia suficiente no cabo para alimentar mais pares de fibras.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando\no MAREA foi projetado, o objetivo era maximizar a capacidade por par\nde fibras &#8211; e isso foi um grande sucesso. Mas para a pr\u00f3xima gera\u00e7\u00e3o\nde cabos transoce\u00e2nicos, o foco est\u00e1 mudando para maximizar a\ncapacidade total do cabo, n\u00e3o necessariamente a capacidade por par\nde fibras. Ent\u00e3o, como fazemos isso?<\/p>\n\n\n\n<p>O\nfator limitante \u00e9 a pot\u00eancia el\u00e9trica total. Um passo seria baixar\no n\u00edvel de pot\u00eancia dos amplificadores e aumentar o espa\u00e7amento.\nIsso significaria que modula\u00e7\u00f5es convencionais como 16QAM n\u00e3o\nseriam capazes de fechar o segmento. No passado, precisar\u00edamos\nreduzir a modula\u00e7\u00e3o para 8QAM ou QPSK (chaveamento de mudan\u00e7a de\nfase em quadratura), mas a tecnologia coerente moderna introduz um\nrecurso chamado de PCS (modela\u00e7\u00e3o por&nbsp;constela\u00e7\u00e3o\nprobabil\u00edstica) que pode otimizar suavemente a efici\u00eancia da\nmodula\u00e7\u00e3o para o or\u00e7amento \u00f3ptico do segmento. Eu escrevi um blog\nsobre PCS, que pode ser encontrado <a href=\"https:\/\/www.infinera.com\/blog\/long-codewords-the-secret-to-successful-probabilistic-constellation-shaping\/\">aqui<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>Operando\nem um regime de menor consumo de pot\u00eancia, emerge uma nova\narquitetura de cabos, conhecida como SDM (Multiplexa\u00e7\u00e3o por Divis\u00e3o\nEspacial). A l\u00f3gica \u00e9 que, embora haja uma pequena redu\u00e7\u00e3o na\ncapacidade por par de fibras com o SDM, \u00e9 poss\u00edvel aumentar o\nn\u00famero de pares em 50 a 100% e alcan\u00e7ar uma capacidade total de\ncabo muito maior em futuras instala\u00e7\u00f5es submarinas.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/9to5google.com\/2019\/04\/05\/google-dunant-undersea-fiber-cable\/\">Google\nanunciou recentemente<\/a> planos para colocar o primeiro cabo desse\ntipo em servi\u00e7o no pr\u00f3ximo ano &#8211; o cabo Dunant entre a costa leste\ndos EUA e um ponto de chegada no oeste da Fran\u00e7a. A capacidade total\npara o Dunant est\u00e1 prevista para ser de 250 Tb\/s em 12 pares de\nfibras, em compara\u00e7\u00e3o com um potencial de 192 Tb\/s para os 8 pares\nde fibras do MAREA.<\/p>\n\n\n\n<p>Em\num webinar separado com palestrantes do Facebook, Infinera e Corning,\nSteve Grubb, <em>Global Optical Architect <\/em>do\nFacebook, destacou alguns dos avan\u00e7os necess\u00e1rios para alcan\u00e7ar\numa capacidade de cabo transatl\u00e2ntico de 1 petabit por segundo\nusando t\u00e9cnicas SDM! Uma grava\u00e7\u00e3o deste webinar est\u00e1 dispon\u00edvel\n<a href=\"https:\/\/www.lightreading.com\/webinar.asp?webinar_id=1465\">aqui<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>Ent\u00e3o,\nparece que a pr\u00f3xima onda de cabos submarinos ir\u00e1 operar com uma\narquitetura SDM, mas o que acontecer\u00e1\ncom as gera\u00e7\u00f5es atuais de cabos submarinos?<\/p>\n\n\n\n<p>Para\nsistemas como o MAREA, com grande \u00e1rea e fibras de dispers\u00e3o\npositiva, ainda pode haver algum espa\u00e7o para aumentar a capacidade &#8211;\ntalvez de 25 a 50% com a pr\u00f3xima gera\u00e7\u00e3o de mecanismos \u00f3pticos da\nInfinera.<\/p>\n\n\n\n<p>Antes\nde cabos como o MAREA serem implantados, havia dezenas de cabos\nsubmarinos \u201cgerenciados por dispers\u00e3o\u201d\nem opera\u00e7\u00e3o &#8211; incluindo um cabo transatl\u00e2ntico muito antigo que\nentrou em servi\u00e7o pela primeira vez em 2003. Recentemente, a\ntecnologia ICE4 da Infinera foi usada para duplicar a capacidade\nexistente nesse cabo, com o resultado de que a vida comercial ser\u00e1\nprorrogada mais uma vez.<\/p>\n\n\n\n<p>Da\nmesma forma, existem centenas de pequenos cabos que s\u00e3o colocados\nsem amplificadores para cobrir dist\u00e2ncias subaqu\u00e1ticas curtas nos\nestreitos, entre ilhas, ou estabelecidas em rotas <em>festoon<\/em>\nao longo da costa entre cidades. A capacidade de <a href=\"https:\/\/www.infinera.com\/press-release\/OTEGLOBE-Doubles-Subsea-Network-Capacity-with-Infinera-Deployment\">um\ndesses cabos<\/a>, operado pela OTEGLOBE, tamb\u00e9m foi duplicada\nrecentemente usando a tecnologia ICE4.<\/p>\n\n\n\n<p>A demanda por capacidade submarina continua a aumentar, e devemos atender a essa demanda. A longo prazo, a Multiplexa\u00e7\u00e3o por Divis\u00e3o Espacial (SDM) promete uma \u00f3tima maneira de aumentar a capacidade de cabos para futuras instala\u00e7\u00f5es de longa dist\u00e2ncia. Enquanto isso, os avan\u00e7os na tecnologia de transponder submarino de alto desempenho continuam aumentando a capacidade de todos os tipos de cabos existentes.<\/p>\n\n\n\n<p><em><strong>Andr\u00e9s Madero<\/strong><\/em>, <em>Chief Technology Office \u2013 Regi\u00e3o da Am\u00e9rica Latina e Caribe (CALA)\u00a0da Infinera.\u00a0 <\/em><br \/><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Podemos construir cabos novos suficientemente r\u00e1pidos? Devemos tentar extrair mais capacidade dos cabos existentes? 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