{"id":5007,"date":"2020-07-20T11:47:04","date_gmt":"2020-07-20T11:47:04","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ispblog.com.br\/?p=5007"},"modified":"2020-07-20T11:47:04","modified_gmt":"2020-07-20T11:47:04","slug":"caracteristicas-do-controle-de-banda-em-redes-gpon","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ispmais.com.br\/blog\/?p=5007","title":{"rendered":"Caracter\u00edsticas do controle de banda em redes GPON"},"content":{"rendered":"\n<p>Em portugu\u00eas, a sigla GPON (Gigabit Passive Optical Network) significa Rede \u00d3ptica Passiva Gigabit, uma rede com um tr\u00e1fego acima de 1 Gbps ou 1 Gigabit por segundo. Essa tecnologia, normatizada pelo \u00f3rg\u00e3o ITU-T (International Telecommunication Union \u2013 Telecommunication Standardization Sector) e patrocinada pela Associa\u00e7\u00e3o Mundial de Fabricantes e Operadoras de Telecomunica\u00e7\u00f5es, a FSAN (Full Service Access Network), teve sua primeira vers\u00e3o da fam\u00edlia de normas GPON (ITU-T G.984) lan\u00e7ada em 2003 e aperfei\u00e7oada nos anos seguintes.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas, o que significa a rede ser passiva? Tecnicamente \u00e9 n\u00e3o existir nenhum elemento energizado entre a OLT e a ONU ou entre o conector da rede e os clientes. Ou seja, no PON a comunica\u00e7\u00e3o acontece baseada na \u00f3ptica, na transmiss\u00e3o e na recep\u00e7\u00e3o do sinal de luz. Esse processo espec\u00edfico possui algumas vantagens, tais como chance zero de queimas equipamentos justamente por n\u00e3o haver energia el\u00e9trica na rede. Ou ent\u00e3o permitir dist\u00e2ncias maiores sem necessidade de amplificadores. Obviamente que esse aspecto tamb\u00e9m depende do tipo de equipamento utilizado.<\/p>\n\n\n\n<p>A tecnologia GPON \u00e9 cada vez mais utilizada e inclu\u00edda nos servi\u00e7os de banda larga oferecidos pelas empresas e operadoras da tecnologia. Isso porque o GPON \u00e9 um dos padr\u00f5es que fazem parte das normas PON. Atualmente, a norma que descreve todo o funcionamento do GPON vai do G.984.1 at\u00e9 o G.984.5. Dentro dela existem diversas partes que descrevem especificidades da tecnologia, desde a camada f\u00edsica, o hardware, o protocolo de comunica\u00e7\u00e3o entre Optical Line Terminal (OLT) e as Optical Network Unit (ONU).<\/p>\n\n\n\n<p>S\u00e3o elas:<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 G.984.1: Caracter\u00edsticas gerais<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 G.984.2: Especifica\u00e7\u00e3o de camada f\u00edsica, Physical Media Dependent (PMD)<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 G.984.3: Especifica\u00e7\u00e3o de camada de transmiss\u00e3o convergente<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 G.984.4: Especifica\u00e7\u00e3o de ger\u00eancia e controle de interface da ONT (OMCI)<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 G.984.5: Aprimoramento de banda para coexist\u00eancia com futuras redes WDM PON no mesmo meio f\u00edsico<\/p>\n\n\n\n<p>Entre as caracter\u00edsticas das redes GPON est\u00e1 a varia\u00e7\u00e3o da largura da banda assim\u00e9trica, que pode estar entre 2,5 Gbps para downstream e 1,25 Gbps para upstream. A assimetria significa que a taxa no downstream \u00e9 maior e no upstream \u00e9 menor. Mas, qual a vantagem disso? \u00c9 que a maior parte do tr\u00e1fego ocorre na dire\u00e7\u00e3o downstream, sentido no qual a navega\u00e7\u00e3o deve acontecer de forma superior, pois exige mais e faz com que a capacidade do GPON seja tamb\u00e9m elevada. Dessa forma, \u00e9 poss\u00edvel atender melhor os servi\u00e7os que se valem dessa quantidade de tr\u00e1fego.<\/p>\n\n\n\n<p>Na pr\u00e1tica, o download recebe uma quantidade maior de informa\u00e7\u00f5es, por isso a navega\u00e7\u00e3o da internet deve ser superior no downstream. O que \u00e9 o contr\u00e1rio no caso do upload, ou seja, do upstream, que exige menos da rede.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, para que haja maior confiabilidade de sinal, o que pode atingir at\u00e9 93% de efici\u00eancia e efic\u00e1cia na transmiss\u00e3o, a plataforma \u00e9 desenvolvida com o objetivo de se poder operar multisservi\u00e7os, mesmo que sejam com diferentes protocolos. No caso, encapsulados em protocolos GEM (GPON Encapsulation Method) para o transporte, justamente o que garante a confiabilidade do processo.<\/p>\n\n\n\n<p>O alcance f\u00edsico \u00e9 at\u00e9 o mesmo que o GEPON, o que significa uma dist\u00e2ncia de cerca de 20 km. O n\u00edvel de splittagem, no entanto, alcan\u00e7a o dobro, ou seja, 128 ONTs por porta PON. No quesito seguran\u00e7a, \u00e9 preciso destacar que o GPON oferece uma criptografia AES-128 para os dados que s\u00e3o enviados das ONTs para a OLT. Tudo isso representa uma maior seguran\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o a outros processos. Al\u00e9m disso, oferece a prote\u00e7\u00e3o do Tipo B, do Tipo C e Dual Parented, todos com garantia de redund\u00e2ncia eficiente quando conectados aos pontos.<\/p>\n\n\n\n<p>Sabemos ainda que a infraestrutura que comp\u00f5e o backbone da internet \u00e9 compartilhada pelos in\u00fameros usu\u00e1rios do mundo inteiro. O princ\u00edpio das redes PON segue o mesmo conceito: trata-se de uma rede ponto-multiponto onde, a partir de uma mesma fibra conectada \u00e0 OLT, atende-se v\u00e1rios assinantes com uso de divisores (<em>splitters<\/em>) \u00f3ticos. Ali\u00e1s, diga-se de passagem, as redes GPON s\u00e3o muito indicadas em casos como esse, em que os provedores de internet s\u00e3o utilizados por um grande n\u00famero de usu\u00e1rios e servi\u00e7os.<\/p>\n\n\n\n<p>Devido ao compartilhamento de estrutura e limite da capacidade dos equipamentos, uma das necessidades b\u00e1sicas de qualquer provedor \u00e9 realizar o limite de uso de banda de cada usu\u00e1rio de forma que se tenha uma entrega dos servi\u00e7os adequada aos assinantes e tamb\u00e9m que n\u00e3o onere o desempenho e capacidade da rede.<\/p>\n\n\n\n<p>Por conta da tend\u00eancia e da crescente oferta de servi\u00e7os de v\u00eddeos e streaming, que intensificam o uso da banda, a rede GPON se configura como sendo mais recomendada justamente por conta da alta performance, pela alta velocidade e pela qualidade das conex\u00f5es. O custo \u00e9 um pouco maior, obviamente, mas, se torna vantajoso em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s redes GEPON, inclusive porque suportam o backhaul de redes m\u00f3veis, outra grande tend\u00eancia do mercado.<\/p>\n\n\n\n<p>Temos visto que a grande maioria dos provedores realizam o controle de banda nos seus concentradores PPPoE que possuem a fun\u00e7\u00e3o de autenticar os usu\u00e1rios leg\u00edtimos e adimplentes. Entretanto, muitos n\u00e3o est\u00e3o cientes que a tecnologia GPON possui um recurso nativo que otimiza este controle e que n\u00e3o causa impacto no desempenho da OLT chamado de DBA (<em>Dynamic Bandwidth Allocation<\/em>).<\/p>\n\n\n\n<p>Para se compreender o funcionamento, \u00e9 necess\u00e1rio antes conhecer o princ\u00edpio da comunica\u00e7\u00e3o entre a OLT e as ONUs. A rede GPON \u00e9 uma rede ponto-multiponto onde uma fibra \u00e9 conectada a uma interface PON da OLT e, em seguida, passa por <em>splitters<\/em> at\u00e9 se chegar \u00e0s v\u00e1rias ONUs. Utiliza-se um m\u00e9todo de WDM (<em>Wavelength Division Multiplexing<\/em>) onde se usa comprimento de onda de 1490 nm para o downlink (sentido OLT-ONU) e 1310 nm para o uplink (sentido ONU-OLT).<\/p>\n\n\n\n<p>Downlink: os dados s\u00e3o transmitidos de modo <em>broadcast<\/em>. Desta forma, o sinal \u00e9 recebido por todas as ONUs e elas aceitam somente o que vier identificado com seu pr\u00f3prio ONU ID, descartando os dados que s\u00e3o destinados \u00e0s demais ONUs.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"753\" height=\"396\" src=\"https:\/\/www.ispblog.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/bandas-redes-gpon-1.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-5008\" srcset=\"https:\/\/ispmais.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/bandas-redes-gpon-1.png 753w, https:\/\/ispmais.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/bandas-redes-gpon-1-300x158.png 300w, https:\/\/ispmais.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/bandas-redes-gpon-1-150x79.png 150w, https:\/\/ispmais.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/bandas-redes-gpon-1-696x366.png 696w\" sizes=\"auto, (max-width: 753px) 100vw, 753px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Uplink: utiliza-se o m\u00e9todo TDMA (<em>Time Division Multiple Access<\/em>) onde \u00e9 a OLT quem define o slot de tempo no qual cada ONU poder\u00e1 enviar os dados. Desta forma, em cada per\u00edodo de tempo, apenas uma ONU transmite o sinal de uplink enquanto as demais aguardam sua vez evitando, assim, a colis\u00e3o dos pacotes vindo dos usu\u00e1rios.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ispblog.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/bandas-redes-gpon-2.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-5009\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>O mecanismo DBA atua justamente neste tempo alocado para cada ONU. Os assinantes que precisarem de mais banda em um determinado momento possuem mais tempo para realizar a comunica\u00e7\u00e3o de uplink. Isto \u00e9 feito de forma din\u00e2mica uma vez que os usu\u00e1rios tamb\u00e9m possuem comportamento din\u00e2mico em rela\u00e7\u00e3o ao uso da banda.<\/p>\n\n\n\n<p>De qualquer forma, existem algumas situa\u00e7\u00f5es em que as redes GPONs s\u00e3o imprescind\u00edveis e at\u00e9 recomendadas. Por isso, \u00e9 preciso especificar com rigor e detalhes os objetivos da rede, a fim de fazer a melhor escolha para cada caso espec\u00edfico. Dados como quem ser\u00e3o os usu\u00e1rios ou que servi\u00e7os ser\u00e3o prestados por meio da rede s\u00e3o fundamentais para definir que tipo de padr\u00e3o adotar. Assim, \u00e9 poss\u00edvel elaborar um projeto para atender a necessidade de cada provedor. \u00c9 quase que uma consultoria, a fim de estabelecer e indicar o melhor produto para o melhor servi\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<p>Veja alguns exemplos: existem ISPs que t\u00eam uma variedade maior de servi\u00e7os enquanto outros podem, no futuro, agregar servi\u00e7os diferenciados. J\u00e1 alguns possuem assinantes com n\u00edvel de SLA um pouco mais restrito e a\u00ed \u00e9 preciso algo espec\u00edfico para essa realidade. Do mesmo jeito que algumas exig\u00eancias de QoS e controle mais avan\u00e7ados. Viu como existem diferen\u00e7as de caso para caso?<\/p>\n\n\n\n<p>Um dos maiores problemas desconhecidos pelos que operam redes GPON \u00e9 o fato de que, caso n\u00e3o seja definida a banda reservada ao cliente, o sistema considera a capacidade da porta PON da ONU: 1 Gbps. Como a capacidade de tr\u00e1fego de uplink em redes GPON \u00e9 1,25 Gbps, \u00e9 f\u00e1cil de verificar que a probabilidade de existir um congestionamento da banda alocada \u00e0s ONUs \u00e9 alta. Em uma porta PON que tenha 100 ONUs ativas, por exemplo, o sistema tentar\u00e1 alocar 1 Gbps para cada uma. Isto pode ocasionar problemas no desempenho da rede, n\u00e3o muito f\u00e1cil de ser encontrado.<\/p>\n\n\n\n<p>Portanto, \u00e9 importante que o administrador da rede conhe\u00e7a este recurso disponibilizado por qualquer fabricante das OLT uma vez que \u00e9 inerente ao padr\u00e3o GPON. Na maioria das vezes, retirar o controle de banda dos concentradores PPPoE resulta em um aumento significativo do desempenho destes equipamentos e, ao mesmo tempo, aproveita-se melhor os recursos da rede de acesso FTTx.<\/p>\n\n\n\n<p><em><strong>Vinicius Ochiro<\/strong>, Professor de redes de acesso FTTx xPON e consultor para Provedores de Internet na VLSM, com experi\u00eancia em redes IP\/MPLS, L2\/L3VPN, BGP e acesso FTTx xPON.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A tecnologia GPON \u00e9 cada vez mais utilizada e inclu\u00edda nos servi\u00e7os de banda larga oferecidos pelas empresas e operadoras da 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