{"id":5577,"date":"2021-10-11T08:25:00","date_gmt":"2021-10-11T11:25:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ispblog.com.br\/?p=5577"},"modified":"2021-10-11T08:25:00","modified_gmt":"2021-10-11T11:25:00","slug":"o-operador-de-rede-neutra-no-brasil-desafios-e-oportunidades","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ispmais.com.br\/blog\/?p=5577","title":{"rendered":"O Operador de Rede Neutra no Brasil: Desafios e Oportunidades"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"642\" height=\"500\" src=\"https:\/\/www.ispblog.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/operador-rede-neutra-brasil-desafios-oportunidades.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-5578\" srcset=\"https:\/\/ispmais.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/operador-rede-neutra-brasil-desafios-oportunidades.jpg 642w, https:\/\/ispmais.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/operador-rede-neutra-brasil-desafios-oportunidades-300x234.jpg 300w, https:\/\/ispmais.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/operador-rede-neutra-brasil-desafios-oportunidades-150x117.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 642px) 100vw, 642px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Pol\u00edticas de oferta, especialmente de incentivo \u00e0 constru\u00e7\u00e3o de infraestrutura de redes fixas de transporte de alta velocidade, ainda foram muito pouco exploradas no Brasil. Basta olhar o hist\u00f3rico de contingenciamento de fundos setoriais de telecomunica\u00e7\u00f5es e os abundantes subs\u00eddios indiretos \u00e0 expans\u00e3o das redes de banda larga m\u00f3vel oferecidos nos \u00faltimos anos. Sendo assim, temos uma oportunidade pela frente: vamos cuidar de buscar a melhor regula\u00e7\u00e3o, assegurando que os compromissos de constru\u00e7\u00e3o de redes backbone e backhaul se encontrem com as redes interiorizadas dos provedores regionais, cujo crescimento \u00e9 exponencial.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma das formas de se garantir isso seria um entrante operador neutro. E como avaliar a atual regulamenta\u00e7\u00e3o e o edital do 5G sobre essa perspectiva espec\u00edfica?<\/p>\n\n\n\n<p>A relev\u00e2ncia dos atores de redes neutras \u00e9 \u00f3bvia: o Brasil deve encontrar maneiras de otimizar redes, ao inv\u00e9s de duplic\u00e1-las e triplic\u00e1-las. Mas esse modelo deve conciliar um trip\u00e9 complexo: sustentabilidade financeira para o seu operador, seguran\u00e7a regulat\u00f3ria e modelos criativos de neg\u00f3cios para os provedores regionais.<\/p>\n\n\n\n<p>Para o primeiro item do trip\u00e9 acima, resumidamente, as grandes operadoras buscam solu\u00e7\u00f5es relacionadas \u00e0 reorganiza\u00e7\u00e3o estrutural de suas empresas, segregando as atividades de servi\u00e7o, das atividades de infraestrutura. Para que haja viabilidade econ\u00f4mica, essa segrega\u00e7\u00e3o poderia ser realizada atrav\u00e9s da aliena\u00e7\u00e3o de uma unidade de neg\u00f3cios para se estruturar uma equity joint venture com investidores, traduzindo capilaridade de rede pr\u00f3pria com for\u00e7a de investimento de parceiros financeiros, em especial, os fundos de investimentos. Uma nova roupagem para a cl\u00e1ssica separa\u00e7\u00e3o estrutural de ativos.<\/p>\n\n\n\n<p>Para os dois demais itens, qualquer que seja o modelo adotado, devemos avaliar a seguinte premissa: enquanto o provedor regional focaria na oferta de servi\u00e7os e na experi\u00eancia do atendimento do cliente, o operador neutro focaria na expertise t\u00e9cnica e tecnol\u00f3gica e cuidaria da expans\u00e3o e da manuten\u00e7\u00e3o da malha de fibra. Embora a rede pr\u00f3pria seja sim, hoje, um diferencial competitivo, diante da comoditiza\u00e7\u00e3o do acesso e das dificuldades crescentes de compartilhamento de rede com as concession\u00e1rias el\u00e9tricas, h\u00e1 vantagens a longo prazo na contrata\u00e7\u00e3o de rede neutra.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando se avalia do ponto de vista do mercado (e n\u00e3o os operadores), o regulador entende que: incentivar mecanismos atrativos para operadores neutros implica em racionaliza\u00e7\u00e3o de investimentos, evitando-se redund\u00e2ncia de infraestruturas em um mesmo local, bem como incremento de ofertas e competi\u00e7\u00e3o de produtos e servi\u00e7os para os clientes e, por outro lado, risco de concentra\u00e7\u00e3o de infraestrutura por um \u00fanico ou poucos&nbsp;operadores.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 com rela\u00e7\u00e3o \u00e0s modelagens poss\u00edveis de neg\u00f3cio, trazendo \u00e0 nossa realidade um pouco das experi\u00eancias estrangeiras, esses operadores neutros costumam abordar os provedores de forma h\u00edbrida, tanto garantindo a infraestrutura f\u00edsica de fibra passiva, quanto o fornecimento de servi\u00e7os de acesso ativo. Pode haver cen\u00e1rios em que se vislumbra a remodelagem de possibilidades de desagrega\u00e7\u00e3o compartilhada de elementos de rede, como o bitstream, ou at\u00e9 mesmo modelagens de fatiamento dessa mesma rede como servi\u00e7os.<\/p>\n\n\n\n<p>De uma forma geral, quando se trata de redes neutras fixas (de fibra) ou de redes m\u00f3veis para atendimento de opera\u00e7\u00f5es de MVNOs. N\u00e3o h\u00e1 tanta novidade no quesito compartilhamento de infraestrutura, embora haja amarras do ponto de vista das modelagens de neg\u00f3cio e da bitributa\u00e7\u00e3o e restri\u00e7\u00f5es (ilegais) aos diferimentos decorrentes de cess\u00e3o de meio de uso de rede.<\/p>\n\n\n\n<p>A grande novidade que demanda avalia\u00e7\u00e3o tanto do mercado, quanto do \u00f3rg\u00e3o regulador, \u00e9 a rede neutra m\u00f3vel dedicada exclusivamente \u00e0 oferta de espectro no atacado para outras empresas prestadoras de servi\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<p>A discuss\u00e3o desse tipo de opera\u00e7\u00e3o passa pelo questionamento da licen\u00e7a SMP do operador neutro, desenhada em tese para o varejo, e do relacionamento com as outras operadoras, provedores regionais, titulares de licen\u00e7a SCM. Alcan\u00e7a, tamb\u00e9m, a discuss\u00e3o das obriga\u00e7\u00f5es de cobertura desenhadas pela pol\u00edtica p\u00fablica para o operador neutro adquirente do espectro.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse sentido, agora \u00e9 a hora dessa discuss\u00e3o: o leil\u00e3o do 5G seria o palco ideal para permitir a oferta dos servi\u00e7os por diferentes empresas, pulverizando o investimento em infraestrutura e espectro. Muito embora seja correta a afirma\u00e7\u00e3o de que n\u00e3o h\u00e1 hoje, na minuta do edital do 5G apresentada, nada que impe\u00e7a o ingresso de um operador neutro que queira comprar frequ\u00eancia para vender capacidade a outros provedores regionais, apontamos um por\u00e9m: a n\u00e3o destina\u00e7\u00e3o imediata das faixas ao SCM.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse ponto, um cen\u00e1rio de l\u00f3gica na entrada em opera\u00e7\u00e3o dessas redes 5G: o adquirente (vencedor) poderia se fazer valer de um forte trabalho institucional junto \u00e0s prefeituras das cidades atendidas, de modo a contribuir com um melhor alinhamento na escolha dos munic\u00edpios cujas normas estejam aderentes \u00e0 Lei de Antenas, conforme item 9.1.4 do Anexo IV da minuta do Edital. Todos ganham.<\/p>\n\n\n\n<p>Depois, com base no item 7.2.2 do mesmo Anexo, os compromissos para a subfaixa de Radiofrequ\u00eancias de 3.300 MHz a 3.700 MHz poderiam ser atendidos a partir de infraestruturas ou recursos de terceiros.<\/p>\n\n\n\n<p>A partir das duas previs\u00f5es acima, o interesse amparado pelo edital se materializa e o operador neutro, adquirente da faixa, pode estruturar uma rede neutra e firmar contratos com provedores regionais MVNOs com atua\u00e7\u00e3o localizada, capazes de atender ao cliente diretamente na ponta.<\/p>\n\n\n\n<p>Agora, em tese, se esse mesmo operador neutro, adquirente da frequ\u00eancia, quisesse prestar servi\u00e7o de banda larga fixa pela rede 5G, atrav\u00e9s de contratos firmados com provedores regionais, em sua maioria titulares de licen\u00e7a SCM (e n\u00e3o SMP), n\u00e3o daria certo. Isso porque a minuta atual do edital condiciona a sua destina\u00e7\u00e3o \u00e0s redes m\u00f3veis do SMP.<\/p>\n\n\n\n<p>Vejam que n\u00e3o basta que uso de radiofrequ\u00eancias atribu\u00eddas ao SMP possa ser associado, adicionalmente, ao SCM. A vincula\u00e7\u00e3o deveria ter sido feita no nascimento, garantindo assim a possibilidade de neg\u00f3cio da rede neutra enquanto rede fixa. Aqui, tratar-se-ia de proponente operador neutro cujo modelo de neg\u00f3cio e atua\u00e7\u00e3o exige a explora\u00e7\u00e3o de redes fixas para suportar o pagamento da infraestrutura, complementando, atrav\u00e9s de solu\u00e7\u00f5es FWA, as redes capilarizadas dos provedores regionais, convertendo a rede 5G nas ondas milim\u00e9tricas de 26 GHz para dispositivos com conex\u00e3o wifi.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse sentido, haveria sim ajuste a ser feito com rela\u00e7\u00e3o ao Edital do 5G, significativo o suficiente para desonerar, do ponto de vista regulat\u00f3rio, tanto a entrada em opera\u00e7\u00e3o de uma PPP associada \u00e0 uma operadora de rede neutra, quanto a pr\u00f3pria possibilidade de um novo entrante, operador neutro, alinhado \u00e0s parcerias com as redes capilarizadas dos provedores regionais.<\/p>\n\n\n\n<p>Embora atenta \u00e0s dificuldades atuais do compartilhamento de uso de espectro ou abertura de redes, como, por exemplo, as discrimina\u00e7\u00f5es das MVNOs pelas operadoras de origem (detentoras da rede), ou os acordos de RANSharing, restritos apenas \u00e0s grandes operadoras, ou, ainda, a aus\u00eancia de compartilhamento de espectro ocioso por parte dos seus detentores, a Ag\u00eancia vem se mobilizando positivamente atrav\u00e9s da revis\u00e3o ampla do mercado secund\u00e1rio e da autoriza\u00e7\u00e3o de uso de espectro&nbsp;em car\u00e1ter secund\u00e1rio, buscando solu\u00e7\u00f5es mais flex\u00edveis e seguras do ponto de vista regulat\u00f3rio para os envolvidos. Resta saber quando um ambiente de redes verdadeiramente neutro ser\u00e1 uma realidade.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>C\u00e2mara Abrint Mulher<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pol\u00edticas de oferta, especialmente de incentivo \u00e0 constru\u00e7\u00e3o de infraestrutura de redes fixas de transporte de alta velocidade, ainda foram muito pouco exploradas no Brasil. Basta olhar o hist\u00f3rico de contingenciamento de fundos setoriais de telecomunica\u00e7\u00f5es e os abundantes subs\u00eddios indiretos \u00e0 expans\u00e3o das redes de banda larga m\u00f3vel oferecidos nos \u00faltimos anos. 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