{"id":6373,"date":"2022-10-18T08:00:00","date_gmt":"2022-10-18T11:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ispblog.com.br\/?p=6373"},"modified":"2022-10-18T08:00:00","modified_gmt":"2022-10-18T11:00:00","slug":"qual-o-futuro-alem-do-mercado-de-tv-por-assinatura","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ispmais.com.br\/blog\/?p=6373","title":{"rendered":"Qual o Futuro Al\u00e9m do Mercado de TV por Assinatura?"},"content":{"rendered":"\n<p><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-style-default\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"640\" height=\"425\" src=\"https:\/\/www.ispblog.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/qual-futuro-alem-do-mercado-de-tv-por-assinatura.jpg\" alt=\"Qual o Futuro Al\u00e9m do Mercado de TV por Assinatura?\" class=\"wp-image-6374\" srcset=\"https:\/\/ispmais.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/qual-futuro-alem-do-mercado-de-tv-por-assinatura.jpg 640w, https:\/\/ispmais.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/qual-futuro-alem-do-mercado-de-tv-por-assinatura-300x199.jpg 300w, https:\/\/ispmais.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/qual-futuro-alem-do-mercado-de-tv-por-assinatura-150x100.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>A tarefa de atualizar o marco jur\u00eddico da TV por assinatura, revisitando-se o conceito e as obriga\u00e7\u00f5es do SeAC, \u00e9 complexa. Embora a OCDE tenha apresentado recomenda\u00e7\u00f5es bastante claras sobre o caminho para parte da atualiza\u00e7\u00e3o do marco jur\u00eddico-regulat\u00f3rio referente aos mercados de produ\u00e7\u00e3o, programa\u00e7\u00e3o, empacotamento e distribui\u00e7\u00e3o de conte\u00fado audiovisual, incluindo a unifica\u00e7\u00e3o bem-vinda da atividade regulat\u00f3ria, hoje dividida entre Ancine e Anatel, h\u00e1 ainda alguns outros elementos que a ABRINT gostaria de ponderar nessa edi\u00e7\u00e3o, inclusive quanto ao desenvolvimento do mercado audiovisual.<\/p>\n\n\n\n<p>Para a ABRINT, reavaliar esse marco legal envolve desonerar as prestadoras de servi\u00e7os de telecomunica\u00e7\u00f5es de todas as obriga\u00e7\u00f5es (de atendimento e qualidade) relacionadas \u00e0 oferta de conte\u00fado, sem que isso importe em esvaziamento do conte\u00fado audiovisual nacional. Isso porque o mercado audiovisual brasileiro est\u00e1 intimamente ligado ao setor de telecomunica\u00e7\u00f5es. A partir da promulga\u00e7\u00e3o da Lei do SeAC, foram estabelecidos os mecanismos de cotas de presen\u00e7a nacional nos canais e pacotes de TV paga, o que deu vaz\u00e3o a um grande volume de conte\u00fados produzidos, de qualidade. Ao mesmo tempo, criou-se o principal mecanismo de financiamento do setor: o pagamento da Condecine pelas empresas de telecomunica\u00e7\u00f5es. Duas faces de uma mesma moeda: cotas e recursos financeiros.<\/p>\n\n\n\n<p>Entretanto, essa din\u00e2mica estabelecida passou a ser bombardeada pelo advento das ofertas de conte\u00fado sob demanda atrav\u00e9s do uso da internet, quebrando o paradigma do casamento com a propriedade da infraestrutura dos meios de distribui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse contexto, por um lado, deve o regulador compreender a necessidade urgente de desonera\u00e7\u00e3o das empresas de telecomunica\u00e7\u00f5es para que haja um equil\u00edbrio m\u00ednimo potencializador de novos neg\u00f3cios. Por outro lado, cabe ao legislador a revis\u00e3o da sustentabilidade do modelo atual do mercado audiovisual, incluindo tanto as fontes de abastecimento do FSA &#8211; Fundo Setorial do Audiovisual e o foco dos investimentos, quanto as novas formas de escoamento da produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Vejam que a cadeia de produ\u00e7\u00e3o independente na televis\u00e3o at\u00e9 a implanta\u00e7\u00e3o da TV por assinatura, nos anos 1990, esteve diretamente associada ao forte poder de grupos econ\u00f4micos atuantes no setor e a circunscri\u00e7\u00e3o ao modelo de TV aberta. Apenas com a regulamenta\u00e7\u00e3o da Lei do Cabo, pelo Decreto 2206\/1997, restando as operadoras obrigadas a oferecer pelo menos um canal de programa\u00e7\u00e3o exclusiva de produ\u00e7\u00f5es independentes nacionais, a produ\u00e7\u00e3o independente nacional passou a escrever uma nova hist\u00f3ria de desenvolvimento.<\/p>\n\n\n\n<p>Com a lei do SeAC, a ado\u00e7\u00e3o da cota de tela integrada a uma pol\u00edtica mais ampla para o audiovisual, al\u00e9m de ter estimulado o escoamento dos projetos por parte das produtoras (superando a cota de programa\u00e7\u00e3o estabelecida em lei), restou fortalecida pela Condecine, que chegou a corresponder a 90% dos recursos que alimentam as linhas de investimento do FSA. A baixa concentra\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o independente nacional na TV aberta, quando comparada \u00e0 TV paga, \u00e9 evid\u00eancia da base regulat\u00f3ria da obrigatoriedade de cota de tela e da imposi\u00e7\u00e3o de limites \u00e0 estrutura verticalizada, associada a uma pol\u00edtica de fomento sustentada pelas prestadoras de telecomunica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Agora, em 2023, tanto os percentuais de cota de tela (cota de programa\u00e7\u00e3o), quanto de canais de espa\u00e7o qualificado nos pacotes de assinatura (cota de empacotamento) deixam de existir e sua prorroga\u00e7\u00e3o n\u00e3o mais basta para assegurar a perman\u00eancia do conte\u00fado nacional. Leia-se perman\u00eancia como o aumento no n\u00famero de empresas produtoras independentes cadastradas na Ancine e o crescimento do n\u00famero de obras registradas a partir da regulamenta\u00e7\u00e3o da Lei n\u00ba 12.485\/2011.<\/p>\n\n\n\n<p>Antecipando-se essa data n\u00e3o por conta da determina\u00e7\u00e3o legal, mas sim em fun\u00e7\u00e3o de uma necessidade preeminente de reequil\u00edbrio do mercado e consolida\u00e7\u00e3o do streaming, a cultura ou identidade nacional, representada por esse conte\u00fado veiculado e fomentado, deve agora buscar outro caminho: a amplia\u00e7\u00e3o da internacionaliza\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o brasileira e a parceria com canais estrangeiros passa por um aprofundamento dos mecanismos geridos pela Ancine e pela capacidade das produtoras em negociar com players de diferentes escopos.<\/p>\n\n\n\n<p>O mercado de VoD entra como uma janela cada vez mais relevante para a produ\u00e7\u00e3o independente nacional. Se nos primeiros anos o VoD representou um mercado competidor \u00e0 TV por assinatura \u2013 com reflexo na queda da base de assinantes \u2013 o movimento tem sido agora de maior estreitamento. Os canais come\u00e7am a criar suas plataformas de streaming e conte\u00fados come\u00e7am a ser licenciados para ambas a TV paga e para o mercado VoD, aumentando o potencial de circula\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o das obras. No terreno da pol\u00edtica audiovisual, a tend\u00eancia deve ser a amplia\u00e7\u00e3o dos investimentos em projetos para multiplataformas e a valoriza\u00e7\u00e3o do streaming como janela exibidora para os conte\u00fados independentes.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse cen\u00e1rio transformado (evolu\u00eddo por assim dizer), h\u00e1 que se revisitar as limita\u00e7\u00f5es do controle cruzado entre prestadoras de telecomunica\u00e7\u00f5es (ora distribuidoras) e empresas produtoras e programadoras de conte\u00fado. Seu prop\u00f3sito original j\u00e1 foi superado e hoje deve ser visto como prejudicial aos novos modelos de neg\u00f3cios.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma coisa \u00e9 clara: a cadeia de valor criada pela lei do SeAC n\u00e3o \u00e9 mais adequada. Para que se obtenha um novo reequil\u00edbrio inovador nesse mercado (audiovisual e de telecomunica\u00e7\u00e3o), h\u00e1 necessidade de novos arranjos entre os atores e de constru\u00e7\u00e3o de uma nova cadeia de valor que n\u00e3o se esgota nas caixinhas estanques da produ\u00e7\u00e3o, programa\u00e7\u00e3o, empacotamento e distribui\u00e7\u00e3o de conte\u00fado.<\/p>\n\n\n\n<p>Isso porque, historicamente, os meios tradicionais de comunica\u00e7\u00e3o de massa consolidavam a opini\u00e3o p\u00fablica, serviam de term\u00f4metro para as ang\u00fastias sociais e impactavam a pr\u00f3pria soberania do Estado. At\u00e9 ent\u00e3o, nada mais natural querer regular esse mercado e estabelecer restri\u00e7\u00f5es de propriedade cruzada. Agora, acrescente-se a Internet e as redes sociais nesse contexto. A fluidez da comunica\u00e7\u00e3o entre os indiv\u00edduos pela internet, bem como da veicula\u00e7\u00e3o de conte\u00fado, independentemente de sua origem, promove um questionamento natural sobre qual seria, agora, a real dimens\u00e3o de poder dos meios de comunica\u00e7\u00e3o de massa tradicionais. A regula\u00e7\u00e3o atual, no que tange \u00e0 continuidade da proibi\u00e7\u00e3o da verticaliza\u00e7\u00e3o da cadeia, perde o sentido de ser. E nem estamos falando na incapacidade do mercado consumidor compreender o papel do empacotamento. O empacotamento apresenta-se como uma amarra custosa e sem sentido para o usu\u00e1rio do servi\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando o advento da veicula\u00e7\u00e3o de conte\u00fado pela Internet toma conta do cen\u00e1rio, o processo de cria\u00e7\u00e3o de valor n\u00e3o segue mais uma cadeia de valor linear, criando um novo movimento de interdepend\u00eancia (e n\u00e3o mais apenas depend\u00eancia) entre os atores, especialmente com rela\u00e7\u00e3o aos distribuidores de conte\u00fado. Essa possibilidade de oferta direta do conte\u00fado ao p\u00fablico final \u00e9 o que deve ser objeto de uma pol\u00edtica p\u00fablica consistente de promo\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria audiovisual nacional.<\/p>\n\n\n\n<p>Medidas para manter a identidade nacional, promover o conte\u00fado local ou apoiar outros objetivos associados com a radiodifus\u00e3o podem e devem ser implementadas de maneira que promovam a neutralidade competitiva, ao mesmo tempo que garantam os benef\u00edcios dos investimentos. Em meio \u00e0 tantos dilemas, h\u00e1 uma luz: a decis\u00e3o clara a respeito da natureza de servi\u00e7o de valor adicionado para a veicula\u00e7\u00e3o de conte\u00fado pela internet, independentemente da linearidade. O respeito, tanto pela Anatel, quanto pela Ancine, \u00e0 diferencia\u00e7\u00e3o, positivada na lei, entre servi\u00e7os de telecomunica\u00e7\u00f5es e servi\u00e7os de valor adicionado \u00e9 o \u00fanico caminho capaz de trazer garantia e seguran\u00e7a jur\u00eddica m\u00ednima suficiente para a perpetua\u00e7\u00e3o dos investimentos na veicula\u00e7\u00e3o de conte\u00fado audiovisual.<\/p>\n\n\n\n<p>O palco das discuss\u00f5es sobre a TV por assinatura deve iluminar a continuidade da Internet como ambiente n\u00e3o regulado. A ABRINT est\u00e1 certa de que a emerg\u00eancia de novas formas de comunica\u00e7\u00e3o baseadas na Internet torna obsoleta a constru\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas regulat\u00f3rias que amarram regimes jur\u00eddicos a implementa\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas espec\u00edficas.<\/p>\n\n\n\n<p>Autor: ABRINT MULHER<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A tarefa de atualizar o marco jur\u00eddico da TV por assinatura, revisitando-se o conceito e as obriga\u00e7\u00f5es do SeAC, \u00e9 complexa. 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