{"id":8077,"date":"2026-05-04T08:21:27","date_gmt":"2026-05-04T11:21:27","guid":{"rendered":"https:\/\/ispmais.com.br\/blog\/?p=8077"},"modified":"2026-02-16T11:32:09","modified_gmt":"2026-02-16T14:32:09","slug":"o-que-vai-mover-o-ponteiro-da-conectividade-significativa-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ispmais.com.br\/blog\/?p=8077","title":{"rendered":"O que vai mover o ponteiro da conectividade significativa no Brasil?"},"content":{"rendered":"<p>No livro <em>The End of Telecoms History<\/em> (\u201cO Fim da Hist\u00f3ria das Telecomunica\u00e7\u00f5es\u201d, em tradu\u00e7\u00e3o livre), William Webb provoca uma reflex\u00e3o inc\u00f4moda e necess\u00e1ria: ao contr\u00e1rio da narrativa de progresso cont\u00ednuo baseada em \u201cmais espectro, mais redes, mais velocidade\u201d, chegamos a um ponto em que a hist\u00f3ria da telecom parece ter parado de avan\u00e7ar em dire\u00e7\u00e3o a algo realmente novo. Ele argumenta que a evolu\u00e7\u00e3o das telecomunica\u00e7\u00f5es n\u00e3o \u00e9 uma linha reta, mas uma sucess\u00e3o de rupturas. Contudo, a gera\u00e7\u00e3o do 5G n\u00e3o habilitou a pr\u00f3xima ruptura tecnol\u00f3gica e por isso ainda patina na constru\u00e7\u00e3o de modelos de monetiza\u00e7\u00e3o efetiva. O 6G parece que seguir\u00e1 o mesmo caminho. Por isso, Weber sugere que a hist\u00f3ria das telecomunica\u00e7\u00f5es \u201cacabou\u201d.<\/p>\n<p>Na pr\u00e1tica, entramos em uma era em que a conectividade deixou de ser um produto premium para virar uma infraestrutura essencial, t\u00e3o b\u00e1sica quanto energia ou saneamento. Nesse novo paradigma, n\u00e3o podemos insistir em olhar o espectro como um recurso a ser controlado e monetizado nos moldes do s\u00e9culo XX, mas trat\u00e1-lo como habilitador de conectividade universal. Ainda enxergamos o espectro primordialmente como insumo para redes m\u00f3veis licenciadas, quando a demanda por ambientes abertos, flex\u00edveis e mais baratos cresce rapidamente. Persistir em uma pol\u00edtica de espectro centrada no uso licenciado \u00e9 insistir em velhos h\u00e1bitos num mundo que j\u00e1 mudou.<\/p>\n<p>\u00c9 nesse esp\u00edrito que surge a tese deste artigo: precisamos repensar o nosso modelo de gest\u00e3o de espectro, ampliando a participa\u00e7\u00e3o do uso n\u00e3o licenciado para garantir conectividade significativa e atender ao comportamento real dos usu\u00e1rios. Longe de ser uma amea\u00e7a ao mercado m\u00f3vel, isso pode ampliar oportunidades para todo o ecossistema de telecom.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol>\n<li><strong> Conectividade significativa exige mais que cobertura: demanda liberdade de uso<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>O conceito de conectividade significativa, cada vez mais presente nas discuss\u00f5es (nacionais e internacionais) de pol\u00edticas p\u00fablicas e incorporado em an\u00e1lises do NIC.br, vai al\u00e9m da presen\u00e7a de infraestrutura de conex\u00e3o. Ele pressup\u00f5e qualidade, regularidade e liberdade para usar a internet quando e como for necess\u00e1rio. Essa liberdade inclui o uso da internet sem o receio de estourar franquias ou limitar atividades por conta de custos adicionais.<\/p>\n<p>No Brasil, essa liberdade \u00e9 historicamente encontrada na banda larga fixa e no Wi-Fi, n\u00e3o no m\u00f3vel. N\u00e3o \u00e9 \u00e0 toa: grande parte dos planos m\u00f3veis ainda funcionam sob l\u00f3gicas de franquia, enquanto a banda larga fixa oferece modelos mais acess\u00edveis e sem limites de tr\u00e1fego. Compartilhar o Wi-Fi \u00e9 parte da vida de muitos brasileiros, que dependem da banda larga fixa para acessar conte\u00fados mais relevantes no seu dia a dia.<\/p>\n<p>Quando olhamos os dados de tr\u00e1fego, vemos que a experi\u00eancia que realmente empodera o usu\u00e1rio brasileiro est\u00e1 na banda larga fixa. Se essa \u00e9 a experi\u00eancia que a popula\u00e7\u00e3o deseja e valoriza, por que continuamos destinando a maioria do espectro \u00e0s redes licenciadas m\u00f3veis?<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Se queremos aproximar a pol\u00edtica p\u00fablica das necessidades da popula\u00e7\u00e3o, precisamos construir um modelo mais equilibrado, abrindo mais espa\u00e7o para o uso n\u00e3o licenciado e pensando seriamente em mecanismos de compartilhamento efetivo do espectro. Para al\u00e9m de maximizar o valor social da aloca\u00e7\u00e3o do espectro, pensar um modelo de compartilhamento inteligente em faixas como 6 GHz ajudaria a multiplicar solu\u00e7\u00f5es de \u00faltima milha, expandir Wi-Fi em alta capacidade (sem comprometer redes m\u00f3veis) e tornar a conectividade significativa uma realidade para mais pessoas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"2\">\n<li><strong> Os dados de tr\u00e1fego mostram que o Brasil \u00e9 um pa\u00eds \u201c<em>Wi-Fi first<\/em>\u201d<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>Os n\u00fameros de tr\u00e1fego de dados de internet refor\u00e7am um padr\u00e3o consolidado: embora as redes m\u00f3veis tenham avan\u00e7ado, o consumo de dados no Brasil ainda \u00e9 massivamente concentrado no Wi-Fi. Mesmo com a expans\u00e3o da 4G e da 5G, o tr\u00e1fego m\u00f3vel representa apenas uma pequena fra\u00e7\u00e3o do volume total de dados trafegados no pa\u00eds.<\/p>\n<p>Isso n\u00e3o significa que o m\u00f3vel seja menos relevante (longe disso, \u00e9 parte essencial do ecossistema), mas mostra que a maioria dos brasileiros utiliza a banda larga fixa como principal meio de acesso para conte\u00fados ou atividades de alto consumo de dados. Dispositivos conectados, streaming, teletrabalho e educa\u00e7\u00e3o online tornam-se cada vez mais dependentes de redes Wi-Fi robustas. E aqui volta a quest\u00e3o da escassez: se o espectro \u00e9 limitado, precisamos destin\u00e1-lo de maneira que maximize n\u00e3o apenas receitas de licenciamento, mas o valor econ\u00f4mico e social gerado por cada mega-hertz.<\/p>\n<p>O crescimento constante dos acessos fixos na \u00faltima d\u00e9cada, impulsionado por milhares de provedores regionais, demonstra que o ecossistema de banda larga \u00e9 resiliente e essencial para o pa\u00eds. Para que esse ecossistema continue florescendo, \u00e9 necess\u00e1rio garantir mais espectro n\u00e3o licenciado, permitindo redes Wi-Fi mais robustas, de maior capacidade e com menor interfer\u00eancia.<\/p>\n<p>\u00c9 uma quest\u00e3o de adequar a pol\u00edtica p\u00fablica ao comportamento real do consumidor, n\u00e3o apenas ao modelo de neg\u00f3cios tradicional do setor m\u00f3vel. Essa mudan\u00e7a de paradigma n\u00e3o reduz a relev\u00e2ncia do m\u00f3vel. Ao contr\u00e1rio, permite que as redes m\u00f3veis sejam usadas onde realmente s\u00e3o insubstitu\u00edveis: mobilidade plena, cobertura ampla e aplica\u00e7\u00f5es cr\u00edticas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"3\">\n<li><strong> Um modelo mais equilibrado fortalece todo o ecossistema e incentiva inova\u00e7\u00e3o<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p>Do ponto de vista empresarial, a amplia\u00e7\u00e3o do uso n\u00e3o licenciado n\u00e3o \u00e9 uma amea\u00e7a ao setor m\u00f3vel. Modelos menos dependentes de espectro licenciado estimulam inova\u00e7\u00e3o, reduzem barreiras de entrada e permitem que tanto operadoras quanto provedores regionais testem novas solu\u00e7\u00f5es baseadas em redes h\u00edbridas. \u00c9 uma forma de reduzir custos, ampliar capacidade agregada e estimular modelos h\u00edbridos de conectividade que beneficiam toda a cadeia.<\/p>\n<p>Uma pol\u00edtica de espectro que combine espectro licenciado para redes m\u00f3veis com faixas generosas para uso n\u00e3o licenciado cria condi\u00e7\u00f5es ideais para inova\u00e7\u00e3o e para modelos empresariais que integram Wi-Fi e 5G de maneira complementar. Para assegurar conectividade significativa, as redes m\u00f3veis precisar\u00e3o coexistir com ambientes Wi-Fi robustos. Uma pol\u00edtica que privilegia o equil\u00edbrio n\u00e3o reduz o espa\u00e7o do m\u00f3vel, mas expande o campo de oportunidades para todos os players, criando uma base de conectividade mais densa e acess\u00edvel, especialmente em aplica\u00e7\u00f5es empresariais, IoT, ind\u00fastria 4.0 e redes privativas.<\/p>\n<p><strong>Ent\u00e3o, como vamos seguir?<\/strong><\/p>\n<p>O futuro da conectividade no Brasil exige uma abordagem mais plural, mais flex\u00edvel e mais eficaz diante da escassez de espectro dispon\u00edvel. N\u00e3o se trata de escolher entre m\u00f3vel ou fixa, mas de construir um ecossistema onde ambos coexistam de forma estrat\u00e9gica e inteligente. A reflex\u00e3o proposta por Webb nos lembra que insistir em velhos paradigmas \u00e9 desperdi\u00e7ar oportunidades em um setor que avan\u00e7a r\u00e1pido demais para decis\u00f5es baseadas na in\u00e9rcia.<\/p>\n<p>J\u00e1 podemos ver esfor\u00e7os internacionais para construir modelos h\u00edbridos de utiliza\u00e7\u00e3o do espectro, impulsionando o compartilhamento efetivo. Empres\u00e1rios e reguladores precisam, juntos, repensar a l\u00f3gica de aloca\u00e7\u00e3o do espectro \u2013 e talvez reconhecer que um pa\u00eds que consome internet majoritariamente via Wi-Fi precisa de uma pol\u00edtica de espectro mais compat\u00edvel com esse comportamento.<\/p>\n<p>Talvez o \u201cfim\u201d da hist\u00f3ria das telecoms seja apenas o convite para come\u00e7armos uma nova era. Nos cabe decidir se queremos lider\u00e1-la ou apenas acompanh\u00e1-la \u00e0 dist\u00e2ncia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Rhian Duarte<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No livro The End of Telecoms History (\u201cO Fim da Hist\u00f3ria das Telecomunica\u00e7\u00f5es\u201d, em tradu\u00e7\u00e3o livre), William Webb provoca uma reflex\u00e3o inc\u00f4moda e necess\u00e1ria: ao contr\u00e1rio da narrativa de progresso cont\u00ednuo baseada em \u201cmais espectro, mais redes, mais velocidade\u201d, chegamos a um ponto em que a hist\u00f3ria da telecom parece ter parado de avan\u00e7ar em 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